quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Guardei no telemóvel isto

Oh senhor!, a indiferença é um sentimento tão feio, tão defecantemente horripilante. Trai a razão de alguém que sentiu dúvidas - pensar que não afeta é ingenuidade, mas já lá vamos...- no momento em que não estava preparado para senti-las.
É dúbio pensar que a diferença se trata com indiferença. Mas é paradoxal tratar indiferença com indiferença - e o planeta cor de azul-mesquinho não é, e isso eu sei, paradoxal...

Nada que não seja futuro é indiferente. A maior insignificância. A tv apagada. Uma melga morta. Amor. Amor passado. Só o amor futuro, e a futura tv ligada e a futura melga morta nos são distantes e nos precipitam para uma paz e uma decepcionante apatia - por agora.

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